3 Orações Para os Animais de Estimação – Reze por Eles

1 – Oração de São Francisco

Senhor ! Fazei de mim um instrumento da vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor.

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão.

Onde houver discórdia, que eu leve a união.

Onde houver dúvidas, que eu leve a fé.

Onde houver erro, que eu leve a verdade.

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó Mestre, fazei que eu procure mais:

Consolar, que ser consolado;

compreender, que ser compreendido;

amar, que ser amado.

Pois é dando que se recebe.

É perdoando que se é perdoado.

E é morrendo que se vive para a vida eterna.

2 – Dia dos animais

Meu São Francisco de Assis

Protetor dos animais

Olhai por nós que rogamos

Vossa benção e muita paz.

Olhai os abandonados

Sofrendo agruras nas ruas

E os que puxam carroças

Açoitados nas ancas nuas.

Pelos pobres passarinhos

Que não podem mais voar

Presos em rudes gaiolas

Só porque sabem cantar.

E as cobaias de laboratório

Que sofrem dores atrozes

Em experiências terríveis

Que lhes impõem seus algozes.

Olhai os que são perseguidos

Sem piedade nas florestas

Só por causa da ambição

Dessas caçadas funestas.

Pelos animais de circo

Que não têm mais liberdade

Presos em jaulas minúsculas

À mercê de crueldade.

Olhai os bois de rodeio

E os sangrados nas touradas

Barbárie e crimes impostos

Por pessoas desalmadas.

Pelos que têm de lutar

Até a morte nas rinhas

Quando o homem faz apostas

Em transações tão mesquinhas.

Olhai para os que são mortos

Nos macabros rituais

Em altares religiosos

Que usam sangue de animais.Meu bondoso protetorOro a vós por meus irmãos

Para que sua dor e tristeza

Não sejam sofrimentos vãos.

3 – O pequeno cachorrinho negro

Eu adoraria que Cristo tivesse um pequeno cachorrinho negro,

De pelo encaracolado e fofo como o meu;

Com duas longas orelhas sedosas e um nariz redondo e úmido,

E olhos brilhantes, castanhos e ternos.

Estou certo de que se ele o tivesse, o pequeno cachorrinho negro,

saberia desde o começo que ele era Deus;

Não precisaria de prova alguma de que Cristo era Divino,

E apenas veneraria o chão que ele pisou.

Receio que Ele não tenha tido, porque li

Como ele orou sozinho no Monte das Oliveiras;

Pois todos os seus amigos e discípulos se tinham ido

Até Pedro, aquele chamado pedra.

E, oh, tenho certeza de que o pequeno cachorrinho negro,

Com seu coração tão terno e quente,

Nunca o teria deixado sofrer sozinho,

Mas teria ficado ao seu lado,

As suas mãos em agonia teria lambido,

E considerando todas as graças, mas não a perda,

Quando eles O levaram embora, teria caminhado sempre atrás

E o seguido até a Cruz.

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